Servidores da AGANP participam da paralisação pela data-base

Sindsaúde, UniãoAGANP, Sindifisco, Affego e outras entidades representatividade dos servidores públicos, prosseguem na luta pelo cumprimento da data-base, um direito que vem sendo desrespeitado pelo Governo do Estado.

Nesta quarta-feira, 21, os servidores estão mobilizados em seus locais de trabalho e, grande parte, estiveram reunidos em frente ao Palácio Pedro Ludovico Teixeira, na Praça Cívica pela manhã. O ato é parte da agenda de luta do mês de setembro, deliberada em reunião do Fórum de Servidores e Serviços Públicos do Estado de Goiás.

O objetivo desta paralisação é a melhoria salarial à todos os servidores públicos, através do pagamento da data-base, promessa firmada em período eleitoral e pós pelo governo vigente. “O movimento não se trata de greve, mas somente de uma advertência. Os fiscais compareceram normalmente ao local de trabalho, contudo não prestaram serviços administrativos. Todas as delegacias fiscais do interior atenderam ao nosso pedido, aderindo à paralisação”, ponderou Rogério Cândido, presidente do Sindifisco.

Diretor de comunicação do Sindicato dos Servidores do Judiciário (Sindjustiça), Norval Barbosa também participou do manifesto, ressaltando que a categoria decretou greve por tempo indeterminado, caso não consiga resposta às suas reivindicações. “Ontem foi decretado greve geral, sem previsão de retorno às atividades até que possamos receber o que é nosso por direito”.

Para a servidora pública que é auxiliar de serviços odontológicos, Vilma Barbosa, é necessário correr atrás daquilo que pertence à classe, para receber o que é de direito.” Se nós não lutarmos, não vamos receber, então o melhor é aderir à mobilização como forma de protesto”, relata a servidora com 26 anos de casa.

Na visão de Maria de Fátima Veloso, presidente do Sindsaúde, a paralisação é uma forma de pedir ao governo uma contraproposta e solução de melhoria quanto ao Ipasgo. “O objetivo do nosso movimento é apenas de executar o que ficou estabelecido com a liderança de Estado, pois o que está ocorrendo é um crime contra a Saúde. Nós necessitamos de melhoria, principalmente da seguridade do nosso plano, que é o Ipasgo, uma vez que acontece é um ataque aos direitos dos servidores do Estado, tanto na saúde, quanto em outros departamentos. Aguardamos resposta há mais de um mês”, afirmou.

De acordo com Flávio Coutinho, representante da AGANP, “estamos cumprindo nosso direito de cidadão. Se não exigirmos que os políticos cumpram suas promessas, isso nunca vai acabar”.

Mais de 200 servidores públicos, entre eles cerca de 35 pessoas da AGANP, compareceram ao Palácio e protestaram pelos seus direitos. Outros estavam em seus próprios órgãos não exercendo suas funções.

Estiveram presentes na mobilização: Admar Otto (Affego), Rogério Cândido (Sindifisco), Elio Cabral (Sindifisco/ANIGO), Flávio Coutinho (UniãoAGANP), Aloísio Carlos Ferreira (SindiPúblico), Bia de Lima (CUT-GO/Sintego), Iêda Leal (Sintego), Shirley Maria Martins (Sintasb), entre outros.

Nenhum integrante do SINDASA (se isso existe) foi encontrado na manifestação.

O Fórum continuará empenhado na luta pela conquista da data-base.

Já está agendada para a próxima semana uma reunião de avaliação da mobilização desta quarta-feira e para deliberação de novas ações.

Fonte: Site da Affego (com adaptações)

MAIS UM ENGODO DO SINDASA

De acordo com informações que recebemos, e que depois confirmamos, o pseudo-sindicato Sindasa não havia anunciado em seu site, até as 14h, a paralisação desta quarta-feira.

Mais tarde, por volta das 16:20h, já era encontrado em seu site uma chamada para a paralisação… com a data de ontem.

Essas duas ações já eram esperadas. Desleixo com a categoria e tentativa de enganar, mais uma vez, os colegas de serviço.

SINDASA é um nome, nada mais. Por trás se encontram quatro ou cinco pessoas que se acham os donos da categoria. E só vão deixar de usar o título de “representantes da AGANP” depois que os verdadeiros representantes foram reconhecidos, por tamanho e atuação.